terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

71° Capítulo (Último Capítulo)

Delegado: Boa noite Vanessa, desculpe aparecer assim em sua casa sem avisar – Zac fechou a porta da sala apontando o sofá à frente de Vanessa para que o rapaz e o delegado sentassem. Vanessa estava sentada com o pequeno Liam nos braços. Lynda sentada no carpete ao chão entre suas pernas, uma cena bastante comum para Zac e Vanessa, mas que encantou o rapaz.
Vanessa (sorriu): Imagina, o senhor tem ajudado tanto, eu estou tão abalada com essas ultimas descobertas.
Delegado: Imagino – olhou para o rapaz – Tenho mais algumas novidades. – Vanessa olhou assustada para Zac. Maria vendo a expressão de Vanessa apanhou o pequeno nos braços e puxou Lynda para o quarto deixando Vanessa e Zac sozinhos com o delegado.
Zac: É sobre a Hudgens? – Sentou-se ao lado de Vanessa segurando sua mão.
Delegado: Não – passou os dedos no queixo, tentando achar como iniciar a conversa – Bem, a anos venho com um caso que agora vem se encaixando ao seu – olhou novamente ao rapaz que apenas sorriu. – Esse aqui é o Renato. Ele perdeu a mãe em um acidente de carro – fez uma pequena pausa – na mesma data de seus pais. Dias depois o pai dele foi procurado por um senhor chamado Scott, um suposto amigo de seu pai. O pai dele foi assassinado por esse senhor com três tiros na sala de casa dias depois de ter escapado de um acidente onde sobreviveram apenas duas pessoas, ele e você – Vanessa sentiu os olhos queimarem, o coração disparou, não lembrava-se do fato, não lembrava nada além de ter acordado no hospital e ter a noticia de ser a única sobrevivente. – Renato foi testemunha do assassinato e passou anos atrás desse senhor, principalmente do motivo pela morte de seu pai.
Vanessa: Mas o que eu tenho a ver com isso? Já entendi que ele estava no carro com a minha família, mas?
Delegado: Vanessa, a pouco descobrimos que o assassino do pai de Renato é o seu advogado, o que nos levou a uma maior estranheza. Resolvemos investigar e ficamos sabendo a pouco que você descobriu alguns documentos reveladores que agora a faz balançar sobre o futuro de seus tios.
Vanessa: O Sr. Scott?  - olhou confusa para Zac – Não estou entendendo nada.
Renato: Eu fiquei assim como você, era como se as coisas não fizessem sentindo, era como se alguém visse algo que meus olhos escondiam. – Vanessa o olhava com curiosidade. - Na noite da festa eu estava na casa de meus avós, não iria a festa por causa de um resfriado. O carro dos meus pais ficou com meus avós por minha causa e eles resolveram aceitar a carona dos seus pais. Na volta o freio faltou e o acidente foi inevitável, mas o agravante foi um caminhão que perseguia o carro minutos antes do choque. Minha mãe assim como os seus pais faleceram na hora, você e meu pai foram socorridos. Dias depois você estava com seus tios, mas meu pai era muito amigo de seu pai e sabia que não queria que você ficasse com eles, então ele pediu sua guarda provisória. Houve a visita desse senhor em um final de semana, minha casa estava cheia de gente e esse senhor ficou por pouco tempo voltando no dia seguinte e foi quando meu pai recebeu dele três tiros.
Vanessa: Acha que foi por minha causa – ela tremia, os olhos escorrendo lágrimas.
Renato (sorriu tentando passar uma calma a Vanessa): Não por sua culpa, mas por causa do seu dinheiro.
Delegado: O acidente provavelmente foi proposital e era para vocês três morrerem, os pais dele estavam na hora errada e no lugar errado. Depois do acidente ele virou uma pedra já que você sobreviveu e ele queria sua guarda.
Zac: Mas então por que não tentaram mata-la novamente?
Delegado: Os planos mudaram, o testamento seria aberto e o dinheiro iria para onde a criança fosse, por isso a morte do pai dele.
Vanessa: Meu Deus – ela se aconchegou nos braços de Zac – Mas agora esse documento que fala que sou filha ...
Delegado: É falso Vanessa, conversamos com o banco, esses documentos não estavam no banco até seis meses atrás. – Zac acariciava a cabeça de Vanessa que tremia em seus braços – Hoje emitimos a ordem de prisão para Lindsay e Alex, Scott foi encontrado morto ontem a noite provavelmente queima de arquivo. Alex é namorado de Laura.
Zac: Corremos algum risco ainda?
Delegado: Nenhum, mas correram por anos, um dos amantes de Lindsay acompanhou a vida de Vanessa bem de perto por anos, mas não sei exatamente o que o fez voltar atrás, ele foi quem nos deu as ultimas informações do quebra cabeça.
Zac: Quem é conhecemos?
Delegado: O nome dele é Derek – Vanessa sobressaltou, lembrou-se de quantas vezes deixou Lynda com Derek, seu corpo gelou imaginando que a filha poderia estar morta agora. – Mas agora esta tudo sobre controle. Lindsay e Alex foram presos agora a pouco.

***

Dias depois...
A igreja não estava tão cheia, mas com certeza estava cheia de amor, paixão e das pessoas que realmente queriam bem ao casal. Vanessa surgiu vestida de branco, a saia rodado cheio de grandes pedras brilhantes e rendas, o colo amostra pelo vestido tomara que caia, a filha Lynda saltitava a frente da noiva ao lado da prima Diana, forrando o tapete vermelho de rosas brancas por onde a mãe caminhava em pequenos passos, cena que fez os olhos de Zac brilhar a espera daquela mulher que despertou um sentimento que ele mal podia respirar para sentir, quanto mais descrever. Agradecia todas as noites pela existência dela, e rezava todas as manhãs para que Deus permitisse mais dias ao seu lado. O sim não era apenas uma palavra em confirmação ao amor sentido pelos dois, o sim era a renuncia ao mundo para viver um para o outro, os filhos os frutos de um amor que ardia ao peito de tão verdadeiro. Os olhos orgulhosos de Zac e Vanessa acompanhados pelos murmurinhos dos convidados acompanhavam a entrada de Lara e Liam, no colo das primas Julie e Gabriella segurando as alianças do casal, o símbolo da união definitiva daquele casal tão enlouquecido na cama, tão carentes um do outro fora dela e tão satisfeitos por ter um ao outro.
Era marcado o recomeço da vida, o recomeço do amor, o recomeço da vida através do amor.

♥ Fim ♥
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Aqui está o tão esperado último capítulo....
OMG!!! O Renato é filho dos amigos de Gina e Greg e 
o pai do menino que sobreviveu ao acidente foi assassinado, por Scott!?
tudo por causa de dinheiro!?
UFA!!! Vanessa é filha de Gina com Greg... Adam safado!!
Queria se safar se ferrou!!
Como assim Derek era amante da Lindsay!? Oiii!?
Prisão pra Lindsay e Adam é pouco!! Filhos da mãeee... Fizeram a Vanessa
sofrem tanto, que agora sofram eles!!
E o casamento de Zanessa!? LINDOOO ♥___♥ 
Comentem ai!!!
Meninas obrigada de coração por terem acompanhado essa fic!! 
Amei divir ela com vocês....
Espero encontrar vocês na próxima fic okay!?
Falando em próxima fic... 
O site com a sinopse já está liberado, assim como o dia que começarei a postar!!
Aguardo vocês lá.... Beijos meninas até a próxima!!!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

70° Capítulo (Penúltimo Capítulo)

Zac: Bom pessoal, alguns de vocês, eu não sei exatamente quem ou quais sabem exatamente o porque estamos aqui, perdendo nosso tempo, outros vão apenas servir como testemunhas. Já algum tempo estamos acompanhando alguns pedidos, eu diria que desde que tomamos posse da empresa. Com o cruzamento dos dados de produção – apontou ao chefe de produção, Lineu – com os registros de entrada nos estoques - apontou para Fernando o responsável pelos Estoques – percebemos que nem tudo que era produzido era levado aos estoques.
Lineu: Parte da produção muitas vezes vai direto para os caminhões, são aqueles pedidos sobre encomenda – explicou-se.
Zac: Sei disso Lineu, mas quando confrontamos esses pedidos sobre encomenda eles também não casam com a produção. Concorda comigo que o que não entrou para o estoque automaticamente deveria estar em pedidos de vendas?
Lineu: Sim, até porque a produção só produz os números de sempre de material com exceção do que é produzido sobre ordem de serviço para pedidos por encomenda.
Zac (sorriu, estava feliz pela suspeita que Lineu não estava envolvido): Mas não era o que estava acontecendo. – O rapaz fez menção de responder, mas franziu a testa tentando entender – Lineu você conseguia controlar todas essas solicitações?
Lineu: Claro que sim, essa é minha função.
Zac: Não duvido que o produzido esteja de acordo com as solicitações do departamento de vendas mais aquilo que chamamos de produção continua. Quando você terminava um palete que o numerava o que fazia na sequencia?
Lineu: Passava os relatórios de paletes para o departamento de estoque o que pertencia ao estoque e os demais para os departamentos de venda informando o material pronto.
Zac: Resumindo, os relatórios com códigos numéricos dos paletes iam para a Paula e para o Fernando – apontou os dois, Lineu assentiu. – Quem são os responsáveis por retirar os paletes espalhados pela produção?
Lineu: O estoque e os carregadores de produção, o responsável pelas entregas.
Zac: Mario, acredito que estamos falando de você, não é mesmo? – Mario assentiu – Os paletes de pedidos por encomenda deveriam ir para as docas conforme pedidos e os outros obrigatoriamente deveriam ir para os estoques. Por que ainda temos paletes que foram produzidos a três semanas espalhados pela produção e nem estão registrados no estoque e nem pertencem a nenhum pedido sobre encomenda?
Mario: Com certeza pertence a algum pedido por encomenda.
Zac: Ok, então vamos ser mais incisivos, aqui – estendeu uma folha – Temos os números de vinte paletes, Lineu quero que procure entre seus relatórios do começo da semana se eles pertencem a uma produção continua ou por encomenda. – Lineu tremia, mas os ágeis dedos deslizavam pelas sequencias numéricas de seus relatórios, fazia pequenos sinais ao lado de cada sequência encontrada.
Lineu: Esses três sobre encomenda, os demais produção continua. – Devolveu ele o papel com as marcações, Zac arrastou o papel parando a frente de Fernando.
Zac: Quais desses paletes Fernando estão no seu estoque? – também com as mãos tremulas Fernando passou a procurar os números em seus relatórios, dos dezessete paletes encontrou cinco deles na relação de estoque.
Fernando: Esses cinco – devolveu o papel para Zac.
Zac: Paula, quero que mostre em que pedidos estão encaixados esses três paletes sobre encomenda, e verifique também se os outros doze também não consta em nenhum pedido de saída.
Paula: Não estou com meus relatórios – respondeu ela com os olhos espantados. – Vanessa puxou um notebook e colocou a sua frente.
Vanessa: Use meu computador e localize, faça melhor puxe um relatório situacional para esses paletes. Pagamos caro por essa ferramenta, ela tem que ser capaz de rastrear até cinquenta paletes por relatório.
Paula elevou os olhos para o rosto vermelho de Vanessa e passou a digitar a sequencia de números dos paletes, quando o relatório estava pronto viu surgir uma folha em uma impressora no canto da sala. Eduarda pegou a folha passou os olhos e entregou a Zac.
Zac: Vamos recapitular, isso para que todos aqui acompanhem, vinte paletes foram produzidos, desses vinte, três produzidos por encomenda. Pelo relatório de vendas da Srta. Paula, eles foram produzidos para a empresa Jasperis e já foram entregues ontem. Dos demais dezessete, cinco estão no estoque, o relatório da Srta. Paula confirmam isso, agora para nossa surpresa, dois dos doze restantes estão alocados no pedido emitido hoje para a Paris – sorriu para Ashley e o delegado ao lado da moça – os outros dez simplesmente não aparecem nos relatórios de vendas.
Mario: Provavelmente uma falha, os funcionários ainda não levaram os paletes para o estoque. – respondeu Mario dando com os ombros.
Zac: Ok, pode ser, mas vamos nos aprofundar mais um pouco nessa analise. Chris, eu e Eduarda ontem estivemos na produção e fotografamos algumas sequencias dos paletes que estão sendo carregados hoje para o caminhão que o pedido sumiu. Mário aqui está as fotos – tirou as fotos dos bolsos – Quero que compare as fotos com a relação, alguma semelhança?
Laura e Joely se olharam, Mario mantinha os olhos nas fotos, não moveu a cabeça, minutos se passaram e ele não abria a boca.
Vanessa: E então Mario? – Vanessa puxou uma cadeira e sentou-se ao lado do rapaz. – Vou ajuda-lo. – Ele levantou os olhos para olha-la, a testa suada os olhos cheios de lagrimas encontrou duas bolas achocolatados fuzilando sem piedade. – Acho que chegou a hora de falar a verdade não acha? – Quem pediu que carregasse aquela carga? – Uma lágrima escorreu pelo rosto do rapaz.
Delegado: Mario, quanto mais cooperar melhor será para você. Sua situação já está bastante complicada, você pode fazer uma escolha, contar até onde realmente está envolvido nisso deixando Vanessa e Zac escolherem se vão processa-lo ou manter-se calado e falar em Juízo, o que temos até aqui já me permite o leva-lo para a cadeia. – O rapaz ergueu os olhos procurando os olhos de Antenor e Guilherme. Ambos desviaram os olhos.
Mario: Eu não sei o nome do cliente, mas quem me pediu a carga carregada foi Guilherme.
Zac: Guilherme?
Guilherme: Eu não tenho nada com isso não, apenas estava ajudando no carregamento, ele é o responsável pela montagem das cargas – levantou-se o rapaz gesticulando para Mario que agora também já estava de pé revidando as acusações.
Mario: Guilherme não seja bobo, não tente voltar a bronca para mim, sabe muito bem que sempre fui contra a essa história, não sei o que acontece por trás – Guilherme sentou-se bufando.
Vanessa (sorrindo): Se os dois quiserem podemos discutir isso mais a fundo na delegacia – arrastou a cadeira até ao lado de Guilherme – Rapaz eu não quero os pequenos, quero os grandes, sei que tem muito mais gente envolvida nessa história. Quero nomes, quero poder dizer que você é um pobre coitado coagido, mas posso falar que é o responsável, você é quem sabe. – Zac olhou para Vanessa, sentiu-se tão orgulhoso, não havia se quer sinal da menina assustada que ele conheceu um dia, tão pouco da menina mulher que habitava sua cama todas as noites.
Guilherme: Paula me dizia quais eram os paletes, Antenor vigia pelas câmeras a melhor hora para carregar e sair com o caminhão, se tem mais alguém eu não sei. – disparou Guilherme. Paula começou a chorar, Antenor arregalou os olhos ao escutar seu nome.
Vanessa (sorriu): Bom rapaz, mais alguma coisa?
Guilherme: Tenho três filhos, sou viúvo dependo do meu emprego para sustenta-los, por favor pense neles.
Vanessa (olhou para o vidro da mesa por alguns segundos em silencio): Também tenho três filhos, mas sabe pensando nos seus, acho que talvez seja melhor para eles ficarem longe do pai. – Guilherme a olhou surpreso – Você não é exemplo, fui criada por um casal que todos acreditavam ser o melhor para mim, mas tive tantos exemplos negativos que foi necessário muito caráter e força de vontade para não me tornar um deles. As vezes é melhor sofrer por não ter ninguém do que por ter alguém que usa os próprios filhos como desculpa para fazer coisas erradas e como escudo quando vê que foi pego. – Guilherme fez menção de falar algo, mas desistiu.
Zac: Antenor, eu já sabia do envolvimento, tive certeza hoje. – passou os olhos de Antenor para Paula – Sua vez Paula, quem é o vendedor e quem é a empresa? Quero nomes, se não me der sabe que eu descubro sozinho. Na verdade eu já sei, quero ter certeza apenas.
Paula: Empresa é a Paris e a Jasperis – Zac e Chris se olhavam, o fato de existir outra empresa envolvida era surpresa. – Os vendedores, são Laura e Adam.
Vanessa: Mais alguém envolvido?
Paula: Não que eu saiba.
Vanessa: Ótimo... Paula, Guilherme, Mario, Antenor, Adam, Laura e Samuel fiquem os demais estão dispensados.
Zac: Samuel? Por que?
Vanessa (sorriu): Pelo grande esforço que esse rapaz fez tenho certeza que ele sabe mais o porque seu nome foi pronunciado aqui – olhou para o rapaz que se encolheu na cadeira.
As investigações na Hudgens foi longa, quando localizado Sr. Rodes negou que soubesse de como as vendas eram feitas, foi acionado a receita federal que exigiu as notas fiscais de todo material em estoque e acabou sendo preso por falta e sonegação de documentação fiscal.
Vanessa foi até o banco queria ver o suposto documento que Adam tanto queria que ela visse e para seu espanto o documento dizia que ela era filha de Adam. Zac tentou manter a calma, sentiu Vanessa quase desabar com a situação. Pensou que a mulher voltaria atrás ao ver o próprio pai ser preso, mas quando estava prestes a suspender as acusações contra os familiares surgiu um rapaz loiro acompanhado do delegado em sua casa.
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Bom pessoal como eu havia dito... Chegamos ao 
penúltimo capítulo dessa fic!!
Amanha divulgarei site, nome e sinopse da nova
ficou okay!?
Sobre todo o capitulo eu só tenho três coisas a dizer
pra ser bastante resumida!! 
A primeira é bem feito pra Lindsay, Laura, Adam e toda a 
quadrilha por trás disso tudo!!!
A segunda coisa é COMO ASSIM!? VANESSA É FILHA DO ADAM!?
OIII?? PARA TUDOOO E CHAMA A NASA!!!
A terceira é quem será esse menino loiro hein!? O que ele
ainda tem a revelar!?
Preparem-se pra fortes emoções no último capítulo
que promete!!!
Comentem ai!!!
Beijos meninas até amanhã!!!

68° Capítulo

Antenor tentava a todo custo disfarçar o nervosismo em meio as perguntas de Zac e Ashley, até que Zac encostado no balcão na pequena sala de Antenor suspirou. Antenor conhecia Zac o suficiente para saber que ali acabou o que seja lá o que ele queria.
Zac: Antenor – olhou nos olhos assustados do rapaz – Acho que vou precisar da sua ajuda na sala de reuniões. Ashley leve ele até lá, mostre as imagens, quem sabe assim ele consegue verificar o que de estranho tem nas câmeras.
Ashley: Claro – sorriu para Zac – Vamos Antenor?
Antenor (levantou-se, mas não sentia as pernas, virou o rosto vermelho para Zac): O senhor não virá?
Zac: Sim... vá na frente eu encontro vocês lá.
Vanessa despertou o olhar atento de Paula assim que entrou no departamento de vendas. Vanessa sorriu para a moça enquanto se movimentava em sua direção, Chris a seguia.
Paula: Bom dia Vanessa? – levantou-se da cadeira com o sorriso largo.
Vanessa: Bom dia Paula. – retribui cinicamente o sorriso.
Paula: Não sabia que já estava de volta ao trabalho, e os bebes como estão?
Vanessa: Oh que delicado de sua parte. Eles estão ótimos, já estão crescidinhos, mas ainda não estou de volta, apenas vim participar de uma reunião, levei uma potencial cliente a produção e me deparei com um caminhão sendo carregado sem pedido de venda. – Vanessa viu o sorriso desaparecer dos lábios de Paula como uma flor murcha com o passar dos dias – Vim buscar antes que eles carreguem os paletes nos caminhões errados.
Paula: Mas todos os caminhões só podem ser carregados com o pedido em mãos, qual é o cliente – ela virou-se para o computador na tentativa de disfarçar.
Vanessa: Mais um problema – sorriu irônica – O rapaz não sabe dizer o nome do cliente acredita? – Vanessa já estava irritada com a atitude de Paula e falava mais alto, deixando que todos do departamento escutassem a conversa.
Paula: Como não sabe? – tentou manter a calma e a personagem.
Laura já se levantava e de forma calma tentou deixar o departamento.
Chris: Laura, você por algum acaso sabe a quem pertence a carga que o Mario estava encarregado de carregar essa manhã? – Laura parou fazendo Vanessa se virar para olha-la. Ainda de costas ela respondeu um sonoro não e continuou a andar.
Vanessa: Laura? – ela virou-se mais não deu nenhum passo nem para frente nem para trás. Vanessa passou por ela e foi até a porta de acesso ao departamento, se posicionou a frente da porta. – Alguém aqui saberia me dizer o nome do cliente, o dono da carga que esta sendo carregada agora pelo funcionário Mario? – O silêncio foi geral, uns olhavam para os outros procurando alguém que responderia a pergunta. – Acredito que alguém fez a venda, não me parecia ser um pedido pequeno, portanto acredito que o vendedor não esqueceria assim tão fácil uma venda tão boa – falou ela em tom alto e irônico.
Vanessa olhou para o rosto de todos os funcionários, passou um por um. Laura permaneceu de pé, parada no mesmo lugar como uma estatua com uma garrafa de água na mão, trocou um rápido olhar com Joely e Paula.
Chris: Paula, veja quais são os pedidos a serem entregues hoje e amanhã por favor, mande imprimir uma copia de todos. – Paula seguiu as ordens com os olhos brilhando pelas lágrimas que começavam a se formar. Assim que todos os pedidos estavam em mãos ela passou as mãos de Chris, tremula balançou os papeis, Chris deixou que ela observasse seu olhar sobre os papeis tremendo, estendidos a sua frente. – Nervosa Paula?
Paula: Não senhor – sorriu forçada – tenho um pequeno problema de nervos.
Chris passou papel por papel sobre a expectativa de todos e ao final apenas balançou a cabeça negativamente para Vanessa.
Vanessa: Laura, por favor volte ao seu lugar – a voz era baixa porém firme.
Laura: Posso ao menos pegar água? – perguntou apontando a porta de saída.
Vanessa: Lamento, mas ninguém saíra dessa sala, nem para ir ao banheiro a menos que apareça o pedido e o vendedor daquela carga – o murmurinho foi geral, Paula sentou-se na cadeira passando a mão pela cabeça, Laura sentou-se após olhar profundamente para Adam. – Eu quero saber quem fez a venda, ou melhor, eu quero saber como aquele caminhão estava sendo carregado se não há venda para aqueles paletes?
Adam: Filha, acredito que essa pergunta você deveria fazer ao departamento responsável, não aos vendedores. Aqui vendemos e lá eles carregam, como podemos controlar o que é carregado lá? – Muitos concordavam com ele.
Chris: Acho que a pergunta que ela quer fazer... – foi interrompido.
Vanessa: Sr.  – fez ênfase, encostou a parede tentando manter a calma – Em primeiro lugar para você assim como para os demais é Sra. Hudgens ou Efron, Filha? Não sou sua filha muito menos dentro dessa empresa, não estamos aqui brincando de casinha. Em segundo lugar posso parecer jovem e inexperiente, mas não idiota. Sei como e onde funciona cada departamento da minha empresa. Se estou aqui é porque já estive lá. – o silencio prevaleceu na sala, alguns funcionários apenas olhavam para Adam com um sorriso contido nos lábios – O senhor Mario me disse que bastava chegar aqui é falar que se tratava da carga a qual ele estava responsável que a Paula saberia do que se tratava.
Paula: Mas... mas eu não sei – levantou-se na defensiva.
Vanessa: Isso já percebemos – sorriu largamente irônica. – Será que terei que chamar o Mario aqui? – não houve resposta, Paula apenas sentou-se.
Após um longo silêncio Vanessa suspirou fundo.
Vanessa: Acho que nosso dia será longo. Chris me faça um favor, passe no estoque, quero o responsável do estoque com os relatórios das ultimas duas semanas atualizadas, incluindo o que foi para o estoque até os cinco últimos minutos – Olhou o relógio – Passe no departamento financeiro e no de compras quero os mesmo relatórios e os respectivos responsáveis, todos na sala de reuniões em no máximo vinte minutos.
Quando Chris abriu a porta para deixar a sala surgi um rapaz jovem, cansado, escorrendo suor a sua frente.
Chris: O que deseja aqui rapaz? – o rosto já vermelho pelo calor do corpo tomou um tom um pouco mais forte.
Xxx: Vim... vim buscar um pedido para carregar um caminhão.
Chris olhou para Vanessa que sorriu balançando a cabeça como que não acreditando no que escutava.
Vanessa: Deixa ele comigo, vai – Chris sorriu e saiu deixando o rapaz cara a cara com Vanessa. – Qual é o seu nome?
Xxx: Eu só vim buscar o pedido, mas volto depois – virou-se fazendo menção de correr.
Vanessa: Não senhor, entre aqui – apontou a sala, o rapaz entrou e ela fechou a porta atrás de si – Hoje é uma sexta feira cheia de surpresas, adoro dias assim. Qual é o seu nome?
Xxx (suspirou vencido): Samuel – respondeu arrastado.
Vanessa: Samuel, a que setor você pertence?
Samuel: Produção. – sentou-se na cadeira ao lado e olhava para Vanessa com os olhos assustados.
Vanessa: Veio buscar pedido para carregar uma nova carga?
Samuel: Sim
Vanessa: Qual é o nome do cliente?
Samuel: Não sei... – respondeu olhando para Paula.
Vanessa (sorriu): Palavrinhas magicas. Não sei. Minha filha vai fazer seis anos e já tem respostas mais diretas que vocês. Ao menos ela começa a frase se desculpando quando faz algo errado, ou diz que tentará se informar – sorriu ao lembrar das desculpas de Lyndaa quando fazia uma das muitas artes.
Foram quinze minutos de silêncio na sala sendo quebrado apenas pelos telefones que insistiam em tocar, Vanessa havia dado a ordem que ninguém atendesse e ficou a caminhar pela sala de um lado ao outro. Paula derramou algumas lágrimas que Vanessa fez questão de fingir não vê, sentia uma raiva subindo pela estomago que amargava a garganta, lembrou-se do dia que conversou com ela, ofereceu ajuda achando que teria dificuldades para lidar com Adam e Laura, a decepção era maior por saber, por ter a certeza do envolvimento dela naquela sujeira toda.
Zac abriu a porta e acessou a sala sobre os olhos atentos e devoradores de Laura, Zac seguiu até Vanessa sabia que ela não estava nada calma, colocou uma mão nas costas dela, aproximou-se do ouvido.
Zac: Tudo bem amor? – sussurrou ao ouvido dela, Vanessa apenas assentiu – Estão todos na sala de Reunião, vamos?
Vanessa: Os seis desse lado – apontou ela dividindo ao meio a sala – Vão seguir o Sr. Efron, os demais permaneceram nessa sala. – Seis funcionários se levantaram, entre eles Laura e Joely saíram da sala em direção ao elevador. Assim que elevador voltou Vanessa colocou os demais dentro do elevador juntou-se a eles e a Paula e seguiram na direção da sala de Reunião.
A expressão de Paula que Vanessa fez questão de seguir foi de desespero ao entrar na sala e ver Antenor, Mario, Guilherme, a moça do financeiro, o chefe de compras, o rapaz do estoque, e outras tantas pessoas que ela não conhecia dentro da sala. Laura já não aparentava calma ao se deparar com o rapaz vestido de militar, tão pouco com o outro que se apresentou como delegado da policia civil. Adam suava, a cor da pele era bem parecida com a de Antenor e Guilherme.
A sala de reuniões era grande, mas como o numero de pessoas era grande Vanessa, Ashley, Monique, Zac, Chris e Eduarda permaneciam de pé dando seus lugares aos demais.
Eduarda: Bem pessoal, acho que todos aqui sabem o porque estamos aqui – fez uma pausa passou os olhos pelos rostos apreensivos na sala – Mas sabemos que ainda faltam algumas pessoas aqui. Paula – a moça olhou apressadamente para Eduarda assim que escutou seu nome, os demais da sala apenas se mantinham calados a fim de sair dali da mesma forma – Preciso que ligue para o suposto dono da carga.
Paula: Mas eu não sei quem é – respondeu ela em desespero.
Eduarda (sorriu): Ok, vamos começar novamente, preciso que ligue para um cliente em potencial, preciso que ligue para o Sr. Rodes – o murmurinho foi geral. Vanessa fez apenas um shi e todos se calaram.
Laura: Mas o que meu cliente tem a ver com tudo isso? – perguntou com ar petulante, na tentativa de afastar as suspeitas.
Zac: É exatamente isso que queremos saber. – respondeu Zac sorrindo ironicamente.
Paula: Mas por que eu? Eu não tenho nenhum contato com ele – Vanessa abriu os braços em sinal de uma suplica a ter paciência.
Delegado (sorriu da expressão de Vanessa): Srta. Hudgens, não precisamos chegar a tanto, o Sr. Rodes será tratado em um processo a parte – todos olhavam apreensivos. – Vamos iniciar ligando os pontos.
Zac: Concordo – passou o braço na cintura de Vanessa que agora estava de braços cruzados – Posso? – Perguntou Zac ao Delegado.
Delegado (sorriu): Vamos lá, quem sabe não o contrate – Zac retribui o sorriso.

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Estamos na reta final!! Bem no finalzinho da reta mesmo kkk
Vanessa mandou bem nesse interrogatório todo neh!?
Quanta gente envolvida misericórdia!!!
E agora o que será que vai acontecer hein!?
Comentem ai!!!
Beijos meninas até mais tarde!!

domingo, 1 de fevereiro de 2015

67° Capítulo

O sol atravessou a vidraça do quarto de Vanessa e Zac, os dois pela primeira vez depois do nascimento dos gêmeos tiveram uma noite de amor e conseguiram dormir, finalmente os pequenos começavam a dormir a noite toda. Lynda invadiu o quarto dos pais acordando o casal aos beijos. Vanessa sorria do desespero de Zac que pela segunda vez era pego nu pela filha, lembrou a outra noite que teve que fazer a filha ir buscar o cobertor. Dessa vez por sorte ela estava de calcinha e usava a camisa dele, dessa forma pode deixar a cama e levar a filha para a cozinha dando tempo ao amado de correr para o banheiro.
Minutos depois Zac, Vanessa e a pequena Lynda já estavam prontos para sair. Passaram na escola deixando Lynda e seguiram para à fabrica. Starla deixou Diana e Gabriella na escola e seguiu com a neta Julie para a casa do filho, ajudaria Maria com os gêmeos.
Aquela sexta, era a sexta decisiva para muitas vidas, dessa forma Ashley e Monique também foram para a Hudgens, o plano era levar à situação as ultimas consequências. Demi e Josh estavam na Efron mais totalmente alertas aos acontecimentos na Hudgens, assim como os advogados e um delegado amigo de Zac que estava a par de todas as suspeitas.
Zac, Chris, Monique, Ashley, Vanessa e Eduarda acompanhavam cada passo do que acontecia na fabrica pelas câmeras, até que a câmera que mostrava a doca onde o caminhão suspeito simplesmente desaparecer das imagens.
Vanessa: É agora. Eles vão terminar de carregar e logo esse caminhão vai desaparecer de lá – Estava inquieta, nervosa, tinha um pressentimento ruim.
Zac: Calma, sabíamos que isso poderia acontecer. Agora é a hora de colocarmos o que combinamos em ação.
Chris saiu da sala acompanhado por Monique, os dois foram para a fabrica, Chris mostrava a fabrica com detalhes para Monique, ela fazia perguntas em voz alta para que todos escutassem, como se não conhecesse nada naquele galpão. Quando se aproximaram do caminhão em questão Chris sentiu a tensão nos olhos de Mario e mais alguns funcionários. Mesmo assim nenhum deles parou o que faziam.
Chris: Amigo, posso ver o pedido dessa carga? – Perguntou Chris a Mario. O rapaz com os olhos vidrados engoliu em seco, olhou o outro funcionário e voltou o olhar para Chris.  – O pedido amigo – repetiu Chris.
Mario desceu da carroceria do caminhão, foi a boleia, fingiu procurar o papel, as mãos tremulas, o coração disparado, vasculhou os cantos. Um dos funcionários desceu da carga e se afastava quando Monique o chamou.
Monique: Rapaz – o homem de expressão amedrontada se virou – Qual é o seu nome?
Xxx: Guilherme senhora – respondeu quase como uma confissão, olhos baixos, nervoso, movia as mãos de uma lado ao outro na frente do corpo procurando um local para coloca-las.
Monique: Guilherme, ajude seu amigo, acho que ele esta com dificuldades de achar o pedido. Não está em cima da carga? Acho que vocês deveriam ter uma copia lá em cima até para saber a quantidade e numero dos paletes a ser carregados ou estou errada?
Guilherme: É... a..cho que po...de ter razão – gaguejou, subiu novamente no caminhão e passou a disfarçar a procura do papel inexistente.
Mario: Acho que perdi o pedido senhor, vou buscar uma copia – disse Mario saltando da boleia do caminhão – Algum problema com a carga senhor?
Chris: Não, nenhuma, apenas quero demonstrar a ela como é feito o carregamento dos paletes. Quero mostrar o confronto dos números de serie dos paletes do papel com os dos próprios paletes. – Chris e Monique se prepararam para amparar o homem, ele ficou tão branco que ambos acreditaram que teria um infarto naquele momento. – Algum problema amigo?
Mario (olhou para os dois homens acima da carga): Não nenhum, vou buscar uma copia – já saia em disparada.
Chris: Eu vou com você – Mario parou, não sabia mais o que fazer, virou-se para Chris que mantinha os olhos acima dele, mãos nos bolsos.
Mario: Espere aqui senhor, não demoro.
Chris: Não importa, eu irei com você.
Nesse momento Vanessa apareceu deixando Mario ainda mais nervoso.
Vanessa: Algum problema Chris? – perguntou olhando nos olhos de Mario.
Chris: Não, o amigo aqui – bateu nas costas de Mario – perdeu o pedido dessa carga e estamos indo buscar uma copia.
Vanessa: Não precisa, fiquem aqui eu mesma vou até lá. – sorriu para o homem – Continue seu trabalho, vejo que ainda falta muitos paletes a serem carregados.
Mario sentia a cabeça rodar, as pernas já não suportava o peso do próprio corpo, rezava que Antenor estivesse atento as câmeras e que desse um jeito de aparecer como magica com um pedido.
Antenor realmente estava atento, estava tão atento que mal conseguiu ver quando Ashley entrou em sua sala e se posicionou logo atrás dele observando ele e as imagens que ele tanto olhava. Quando pensou em virar para apanhar o aparelho telefônico próximo a ele para ligar no ramal de Laura esbarrou na moça.
Ashley: Problemas? – perguntou ela observando a cena na tela.
Antenor: Que susto moça...- levantou-se rapidamente da cadeira – Como entrou aqui – olhou para a porta aberta e Zac em pé a porta.
Zac: Parece assustado moço, algum problema?
Antenor (tremia e suava): Não... não nenhum.
Ashley: Tivemos um problema com as câmeras, acho que essa imagem por exemplo não temos lá da sala de reuniões não é mesmo Zac?
Zac aproximou-se da televisão que exibia a imagem ampliada
Zac: Verdade... essa não temos acesso lá na sala de reuniões. Viemos porque as câmeras estavam um pouco estranhas.
Antenor: Estranhas?
Ashley: É ... as imagens desapareceram de repente.
Antenor: De repente?
Zac (sorriu): Acho que ele está com algum problema serio Ash. Algum problema Antenor?
Antenor: Não senhor.
Vanessa encarava Mario, que perdido não sabia se voltava para a carga ou insistia em ir com Vanessa no departamento de vendas. O suor já cobria o rosto, os ouvidos já escutava os sons como se tudo estivesse distante.
Vanessa: Mario? – ele voltou a si, passou uma das mãos pela testa, secando o suor.
Mario: Sim?
Vanessa: Perguntei, a que nome saiu o pedido da carga? – ela o olhava nos olhos. Mario passou os olhos ao redor, buscava um rosto conhecido. Mas ao afastar os olhos das duas bolas azuis a sua frente viu Monique e Chris ao lado e nesse momento sabia que estava ferrado, não havia mais nada a fazer. Respirou fundo.
Mario: Não me recordo o nome do cliente senhora, mas diga a Paula que é a carga que estou responsável que ela saberá qual é – virou-se dando as costas a Vanessa, subiu rapidamente para cima do caminhão.
Vanessa: Mario? – o rapaz não parou o que fazia apenas olhou rapidamente para Vanessa.
Mario: Senhora?
Vanessa: Pare e olhe para mim por favor – Mario com os olhos arregalados pelo medo, rosto vermelho parou e apenas encarrou Vanessa – Quero que você e os outros parem o que estão fazendo e vão para a sala de reunião no nono andar agora.
Guilherme olhou para os demais que também pararam o que faziam, se olharam entre si, na sequencia todos olharam para Mario que apenas acenou com a cabeça que fizessem o que era pedido.
Mario: Algum problema senhora? Se houver eu posso resolver, vamos deixar os rapazes continuarem o trabalho para não atrasar a carga.
Vanessa: Ainda não há nenhum problema. Uma carga sem pedido deve ser atrasada até se ter certeza se todos os paletes realmente pertencem a ela não acha? – O tom de voz de Vanessa assustou até mesmo Chris e Monique, Mario, Guilherme e os demais não arriscariam responder, apenas desceram do caminhão e seguiram em direção a Vanessa. – Chris leve os rapazes até a sala de reunião, logo estarei lá.
Mario: Já era cara, agora ferrou – sussurrou para Guilherme.
Guilherme: Eu tenho família cara, não posso ir para a cadeia.
Chris: Querem dizer algo rapazes? – perguntou enquanto caminhavam em direção ao elevador.
Enquanto Chris se afastava com Mario, Guilherme e mais três rapazes, um outro rapaz correu em direção aos escritórios. Monique o seguiu e quando o rapaz iria cruzar a saída do galpão em direção ao hall do prédio dos escritórios Monique o chamou.
Monique: Onde vai? – o rapaz parecia nervoso, não conhecia Monique, não sabia se poderia responder como queria.
Xxx: Estou apenas fazendo meu trabalho moça – o tom usado não agradou Monique.
Monique: E qual é o seu trabalho rapaz?
Xxx: A senhora quem é?
Monique: A questão aqui não é essa rapaz – o rapaz sorriu irônico – Qual é o seu nome?
Xxx: Acho que a senhora é apenas uma visita, não acredito que meu nome ou a função a qual ocupe vai fazê-la comprar ou não esmaltes. – Monique sorriu ao ver a audácia do jovem rapaz, o fitou da cabeça aos pés, não dava mais que vinte anos.
Monique (sorrindo): Gostei de você... mas acho que a senhora Hudgens talvez não goste de saber a forma como se dirigiu a minha pessoa.
Xxx (sorriu alto): Talvez ela goste de saber que estava trabalhando e talvez não goste de saber que a senhora esteve impedindo meu trabalho nesse minuto, são tantos fatores para se levar em consideração. – Virou-se e seguiu em direção as escadas.
Monique: Talvez  - correu atrás dele – Talvez ela também incluía em seus fatores se houver algo errado com a sua atitude agora.
Xxx: Moça, não enche. – Abriu a porta de acesso a escadaria do prédio e simplesmente desapareceu.
Monique não conseguiu seguir atrás do rapaz, ele era rápido, mas sabia que encontraria Vanessa ou Zac pelo caminho então resolveu seguir para a sala de reuniões.
 http://24.media.tumblr.com/tumblr_lyzxbfU3lN1rohomho1_500.gif
  Está acabandooo....
Caraca 2º vez Lynda quase pega o pai nu kkkkkk 
Eita que é agora que o bicho vai pegar hein!?
Quem sera essa rapaz desprovido de educação, pra não falar
outra coisa hein!?


Comentem ai!!!
Beijos meninas até amanhã!!



66° Capítulo

Já fazia mais de uma hora que Vanessa estava ali ainda chorosa deitada nos braços de Zac, que dava carinhos a ela, paparicou de todas as formas, sabia que ela estava carente, além dos hormônios que estavam a deixando muito sensível. Aproveitou também para curtir a mulher, ultimamente os dois não estavam com tempo para estar assim, namorando, quando ficavam assim um largado nos braços do outro por mais de cinco minutos o cansaço falava mais alto e ambos pegavam no sono, naquela tarde era como se pudessem colocar toda a carência em ordem.
Vanessa: Tenho que voltar para casa – falou ela brincando com os pelos do braço dele – Daqui a pouco nossos filhos vão estar com os pulmões a toda, com fome.
Zac: Esta mais calma? – Acariciava a cabeça dela que estava encostada em seu peito. Ela se mexeu demonstrando que ainda tinha algo incomodando. – O que foi?
Vanessa: Nada – respondeu com voz de choro.
Zac: Eu conheço você, o que está passando nessa cabecinha ciumenta? O que está atormentando? – segurou seu queijo a fazendo olha-lo nos olhos.
Vanessa: Você e a ... vocês ainda vão continuar juntos aqui? – ele viu o brilho de uma lágrima nos olhos dela.
Zac sentou-se a obrigando a sentar-se também. Respirou fundo
Zac: O que você quer que eu faça para você ficar bem? Qualquer coisa que eu disser agora não vai resolver essa sua magoa. – ela não olhou para ele, passou a brincar com o botão da própria blusa – Nessa? – Ela erguei o queijo e o encarou.
Vanessa: Eu não quero ela perto de você, mas sei que se eu pedi isso, você vai me achar possessiva, eu não quero brigar Zac, eu quero tanto ficar assim com você. Eu ainda estou com saudades, por mim ficaria com você aqui eternamente, você tem razão eu estou carente, meus hormônios estão me deixando insegura, mas o que eu posso fazer?  - o tom da pele denunciava a vergonha que sentia – Eu... eu não sei como fazer para você entender que eu estou insegura.
Zac (sorriu): Oh meu bebê, - ela deixou o corpo cair sobre o dele – Vamos fazer uma coisa. Temos que resolver os últimos detalhes do nosso casamento, da nossa casa. Por que você não vem para cá uma ou duas vezes na semana para vermos isso? Assim ficaremos assim sozinhos namorando nesses dias, sem filhos, sem empresa, só nos dois e nossos planos. Podemos até almoçar, alugar um quarto em um motelzinho, posso amar você e ai a gente vem para cá e vemos os detalhes, acho que uma vez por semana os bebes podem ficar sem você. – Vanessa sorriu.
Vanessa: É uma ótima ideia. Mas onde a “Duda” entra nessa história?
Zac (sorriu): Em lugar nenhum, mas você vai saber o quanto eu amo você e vai deixar esse ciúme besta de lado.
Vanessa: Meu ciúme não é besta, essa mulher vive dando em cima de você.
Zac (sorriu): Mas eu só tenho olhos para você. – A beijou nos lábios – Quantas vezes eu tenho que repetir que eu e a Eduarda somos apenas amigos e que ela faz o que faz por que gosta de provocar você. – Ela apenas o olhou. Ele sorriu – Parece um bichinho assustado – a beijou a testa - Eu tenho que falar com a Eduarda e o Chris antes de ir embora, eu tinha uma reunião com eles quando fomos... – sorriu ao ver Vanessa se dar conta do flagra.
Vanessa: Ai que vergonha, olha onde você me faz chegar – bateu nele.
Zac (sorrindo): Agora eles sabem como estava difícil, mas amor eu ainda não...
Vanessa: Nem eu, ainda quero você hoje a noite se nossos filhotes deixarem né?
Zac: Daremos um jeito – sorriu. Levantou-se – Já esta ficando tarde, vou chamar os dois aqui e você poderá participar da reunião, eu teria que te falar sobre o assunto mesmo, assim com você aqui as coisas ficam até mais fáceis. Mas amor, vou pedir um favor.
Vanessa: O que?
Zac: Não vai brigar com a Eduarda. – ela respirou fundo e revirou os olhos.
Vanessa: Vai ficar defendendo ela?
Zac: Não... não estou defendendo ninguém, só que ela está me fazendo um favor e não queria ser mal educado com ela.
Vanessa: Mas eu não vou aguentar se ela ficar se jogando, se acontecer eu vou revidar e se ficar do lado dela vai dormir no sofá por uma longa temporada.
Zac: Você aguentaria? - sorriu
Vanessa: Darei meu jeito sozinha – sorriu maliciosa.
Zac: Maldosa.
Quando Eduarda e Chris entraram na sala Vanessa não conseguia encarar tamanha a vergonha, Eduarda não conseguia tirar o sorriso malicioso dos lábios, Zac lhe deu um olhar repreensivo.
Zac: Então – olhou para Chris e na sequencia para Vanessa que mantinha os olhos distantes dos demais da sala, não resistiu e sorriu. Automaticamente ela mudou de cor. Zac levantou-se da cadeira saiu de trás da mesa, passou por Chris e Eduarda e puxou Vanessa pela mão, a fez levantar do sofá e segui-lo de volta a cadeira – O que temos de novidades, o que vamos fazer? – sentou-se a fazendo sentar-se em seu colo. Ela finalmente levantou os olhos encarando os dois que disfarçaram os sorrisos.
Eduarda: Bem, descobri que ainda falta as ultimas parcelas das ultimas vendas da Paris para receber.
Chris: Achamos que nunca vamos receber esses valores.
Zac: Não vamos cobrar, vamos fazer de conta que não vimos. Amor, precisamos saber o que vamos fazer se ocorrer outra situação dessas.
Vanessa: Cansei de ser boazinha – olhou para Eduarda que sentiu a indireta – Vamos levar até as ultimas consequências. Estava pensando no emprego dessas pessoas, mas se eles mesmos não estão pensando.
Chris: Mas temos que lembrar que nem todos estão envolvidos.
Vanessa: Mas sabem da verdade e resolverão ficar calados. Os funcionários que carregaram e descarregaram o caminhão não são os mesmos que estão negociando, mas estão acobertando, eles tem a opção de falar não ou de vir até aqui e contar o que estão vendo, nenhum deles veio, então eu lavo minhas mãos.
Eduarda: Eu concordo com ela, acho mesmo que está na hora de acabar com a brincadeira.
A Hudgens estava como uma panela de pressão prestes a explodir, Adam e Laura estavam sendo pressionados por Rodes, ele havia pago por uma carga muito maior daquele recebida, estava cansado das desculpas de Adam e também não queria o dinheiro de volta, exigia a carga. Zac esperava ansioso o novo deslize da quadrilha, os funcionários começavam a se desentender entre eles, Antenor era o principal suspeito do sumiço da ultima carga e estava sendo pressionado pelos demais, chegou ao ponto de pensar em pedir demissão.
Era uma tarde de quinta feira já havia três meses do ocorrido, Eduarda bateu sutilmente a porta da sala de Chris.
Chris: Entre
Eduarda: Queridinho, tenho novidades. Acabei de sair do refeitório, sabe que fiz amizade com a copeira. Acho que tem algo sendo planejado, a própria Alicia disse que há algo muito errado acontecendo, mas não sabe exatamente o que.
Chris: O que acha que deve ser?
Eduarda: Dei uma passada rápida pela fabrica agora a pouco, a maioria estava na hora do lanche da tarde. Existe paletes espalhados por todos os lados.
Chris: Tem algum pedido para a Paris?
Eduarda: Essa é a parte estranha, dessa vez não existe pedido.
Chris: Será que vai entrar algum pedido nos próximos dias?
Eduarda: Não sei. Sinceramente acredito que não. Acho que eles estão querendo se arriscar. Se o Sr. Rodes estiver pressionando como eu imagino que esteja ele não fará outro pedido, a menos que Adam ou Laura emita algum e entre com dinheiro deles o que eu acredito ser impossível, eles vão arriscar sair com carga sem pedido e sem nota.
Chris: Acha que chegariam a tanto?
Eduarda: Não duvido.
Chris: Já falou com Zac?
Eduarda: Não, hoje é dia de comer fora de casa – sorriu maliciosa.
Chris (franziu a sobrancelha): Comer fora de casa?
Eduarda: Motel com Vanessa
Chris: Ahhh...- sorriu – Como sabe?
Eduarda (sorriu largamente): E apenas um palpite. Mas se eu estiver certa logo logo estará de volta acompanhado por ela com aquele mel todo escorrendo. – Chris sorriu.
Passava das cinco da tarde quando Zac chegou a Hudgens acompanhando de Vanessa, Eduarda e Chris não perderam tempo em informar as ultimas noticias ao casal. Conforme a noite ia se aproximando mais estranho as coisas iam se tornando, naquela tarde a fabrica demorava a esvaziar e isso chamava mais e mais a atenção de todos.
Vanessa deixou a fabrica por causa das crianças já passava das nove horas da noite e Antenor ainda estava lá, o que levantava as suspeitas de Zac que algo aconteceria naquela noite. Não deixaria a fabrica antes de Antenor. Chris e Eduarda faziam companhia. Vinte minutos depois de Vanessa sair Chris resolveu sondar Antenor.
Chris: Boa noite amigo, vim avisar que ainda estamos em reunião, vamos demorar, Vanessa ainda vai voltar para finalizarmos alguns assuntos, então se quiser ir.
Antenor: Ah... posso esperar por mim não há problemas, o Senhor Efron me disse para sempre deixar a empresa fechada.
Chris: O senhor Efron pediu para dispensar seus serviços por hoje, ele mesmo fechará a empresa assim que as reuniões terminarem. Ainda estamos com um cliente, isso pode demorar já que teremos que esperar alguns advogados e alguns documentos que a Srta. Hudgens foi buscar. – Insistiu Chris olhando nos olhos apavorados de Antenor.
Antenor: Ah ... se é assim eu vou indo então, vou apenas terminar um relatório que já comecei e já irei.
Chris: Claro – já deixava a sala quando voltou – Antenor?
Antenor: Sim?
Ucker: Avise aos demais que também devem ir.
Antenor sentiu as pernas faltarem, jamais imaginou que Chris sabia que mais alguém estava na fabrica aquela hora.
Antenor: Quem senhor?
Chris: Se houver alguém mais... foi isso que quis dizer. Não sei se tem mais alguém na fabrica, se houver diga que vão, só para não correr o risco de Zac tranca-los.
Antenor (sorriu forçado): Não há mais ninguém senhor, já fiz uma vistoria.
Chris: Certeza?
Antenor: Sim
Chris: Ainda tem dois carros no estacionamento e não são nossos da diretoria – Antenor tremeu, não sabia como justificar – Acho que sua ronda falhou amigo – sorriu ao ver o homem  nervoso – procure os donos dos carros e os avise sim.
Antenor: Claro senhor... farei isso agora mesmo.
Quinze minutos depois da conversa de Antenor e Chris, Paula, Adam e Laura deixaram o prédio, seguidos por Antenor. Zac, Chris e Eduarda seguiram para a linha de produção após desligarem as câmeras. Anotaram nos números de serie de todos os paletes espalhados, assim como da outra vez. Em uma das docas um caminhão estava meio carregado, mas paletes encostados próximos ao caminhão. Com certeza a sexta feira seria de pura emoção.

Antes de tudo,desculpem a demora pra postar eu tive que dar uma
saída... 
E desculpem também por ter invertido os capitulos... Tive que postar
pelo celular e não percebi que tinha postado primeiro o 65 e depois o 64!!! :D
Entramos na contagem regressiva!!! Está acabandooo....
Sim o ciúmes da Vanessa pela "Duda" é besta kkkkkk
Eita que esses dois não se seguram hein!? Será que vem
outro little baby!? Mas já!? Liam e Lara são muito pequeninos ainda.... kkkkk
Agora o circo vai começar a se fechar.... Quem será que ta por tras disso
tudo hein!?
Comentem ai!!!
Beijos, beijoooos meninas!!
Obrigada pelos comentários... Amo lê-los!!!

sábado, 31 de janeiro de 2015

65° Capítulo

Na manhã seguinte a surpresa ainda foi geral. Laura e Adam estavam em desespero, Paula, Mario, Gustavo, Antenor todos incomodados com a volta da carga desaparecida. Zac, Chris e Eduarda riam disfarçadamente da cara dos funcionários.
Zac: Acho que eles não vão entregar a carga hoje.
Chris: Será? Acho que vão apressar para fazer isso hoje.
Zac: O caminhão está travado, as chaves estão comigo, incluindo a reserva, ninguém vai conseguir tira-la de lá.
A carga foi descarregada rapidamente pelos funcionários, Zac e Chris não sabiam o que pensar, o que será que vinha agora, mas para sua surpresa o pedido foi entregue conforme nota, os paletes a mais foram levados ao estoque e o assunto ficou por ai. Zac comemorava, conseguiram impedir um roubo e agora a lista de suspeitos era algo significativo. Os dias se passaram e nenhuma outra carga surpresa, nenhum outro pedido suspeito havia aparecido. Eduarda continuava a desempenhar seus serviços no lugar de Vanessa.
Zac saiu de casa deixando Vanessa dormindo, a beijou na testa antes de deixar o quarto, seguiu para a sala onde tomou café com a filha Lynda que falava pelos cotovelos. Quando saíram Starla já chegava para ajudar Vanessa com os bebes, Maria acabava de limpar a cozinha quando Vanessa acordou com Lara chorando. Vanessa cuidou dos filhos com todo carinho e cuidado. Agora olhava os filhos dormindo nos berços, Lynda já havia voltado da escola, ela olhou a filha ali contente com os irmãos, em pensar que a quase dois meses atrás o ciúme era uma dos maiores sentimentos da filha e um dos maiores problemas do casal. Passou a mão na cabeça de Lynda com muito carinho. Sentou-se na cama com os olhos cheios de lagrimas, como sentia-se feliz, tinha uma família, três filhos, um homem que amava mais que sua própria vida, sentia-se muito amada por ele. Pensou no passado, o quanto sofreu por estar longe daquele homem, agora não conseguia passar uma noite se quer longe dele, para dormir precisa sentir os braços fortes lhe apertando, as pernas pesando sobre as suas. Sorriu. Como podia estar tão dependente de um outro ser, não sabia dizer o tamanho daquele amor, mais tinha a certeza que se ele não tivesse por perto morreria. Lynda a observava, passou uma das mãozinhas no rosto da mãe, secando uma lagrima.
Lynda: Esta chorando mamãe? Por que? – Vanessa fechou os olhos ao sentir o carinho da filha.
Vanessa: A mamãe esta chorando de felicidade meu amor, porque a mamãe esta feliz por que você e o papai me amam – abraçou a filha e lhe beijou a bochecha.
Lynda: Mamãe eu te amo muitoooo, assim muitão -  ela abriu os braços o máximo que pode tentando demonstrar o tamanho do amor que sentia. Vanessa sorriu.
Vanessa: Mamãe também ama você muintão.
Lynda: Papai também ama mamãe um muintão.
Vanessa: É meu amor? Ele disse a você? – perguntou ela sorrindo vendo a filha sorrir.
Lynda: Ele diz todos os dias quando estamos saindo de manhã, eu venho aqui beijar você e ai ele dá um beijinho aqui – apontou a testa da mãe – e fala assim, fica bem amor da minha vida. - Vanessa sorriu ao imaginar a cena, sabia que era verdade, muitas vezes escutou a frase do marido. – Ele fica olhando você dormir sabia?
Vanessa (sorrindo): E você também?
Lynda (sorriu envergonhada): As vezes.
Maria fazia o lanche da tarde quando Vanessa deixou o banho, seguiu para o closet em busca de uma roupa, pensou por alguns minutos e escolheu as peças pensando em agradar Zac, a noite anterior havia terminado sua quarentena, queria Zac, mas não estava se aguentando até ele chegar, sabia que a noite também não seria uma boa opção, os bebes jamais os deixariam chegar onde queriam. Vestiu-se colocando uma roupa intima que com certeza deixaria Zac louco, sorriu ao imaginar, após pentear os cabelos, ligou a bombinha, tirou leite para deixar para os filhos, apanhou a bolsa e seguiu para a cozinha.
Vanessa: Maria se eu sair e demorar um pouco, acha que consegue ficar com os três sem problemas? – colocou o leite na geladeira – Aqui tem leite para eles.
Maria: Claro que sim filha, ainda mais a essa hora que os gêmeos dormem bastante. Mas onde vai? Está tão bonita. – Vanessa sorriu maliciosa.
Vanessa: Vou fazer uma surpresa para meu maridinho – sorriu.
Maria: Ai Deus filha, cuidado. – sorriu – Você já tem três, pelo amor de Deus não vá encomendar mais dois hein – Vanessa ficou roxa de vergonha.
Vanessa: Maria???
Maria: Não me faça essa cara de inocente, sei fazer contas e sei que esta subindo pelas paredes, tanto você quanto ele, isso qualquer um nota pela forma como se olham. – Vanessa cobriu o rosto com as mãos e Maria ria. – Vai logo menina, eu fico com as crianças, mas se cuida hein.
Vanessa: Ai Maria, como vou olhar para você agora? – saiu correndo deixando Maria rindo.
Zac estava em sua sala organizando uma documentação, acabava de sair de uma reunião muito chata, ainda estava um pouco aborrecido por tudo que teve que escutar por parte do departamento de compras e o que acabava de descobrir a respeito dos recebimentos. Havia solicitado que Eduarda e Chris fossem a sua sala em alguns minutos, teriam que verificar o que estava acontecendo com o recebimento de algumas duplicatas, checar novos dados que provavelmente levaria a mais uma suposta tentativa de fraude, mais uma vez envolvendo os mesmos nomes com a mesma Paris como beneficiaria.
Ao escutar a batida a porta ele imaginou que seria Chris ou Eduarda e sem virar-se apenas gritou que entrasse, Selena estava doente naquela naquele dia e esse era apenas mais um problema a ser administrado. Vanessa abriu a porta e viu aquele homem que ela tanto desejava ali, de costas para ela revirando alguns papeis, não disse nada, fechou a porta atrás de si, tirou os sapatos para que os saltos não a atrapalhassem em dois ou três passos largos já estava atrás dele. Passou as mãos pela cintura de Zac que se virou e abriu um largo sorriso ao vê-la.
Zac (sorrindo): O que esta fazendo aqui? – abraçou e a beijou a testa.
Vanessa: Não estava mais aguentando de saudades – fez biquinho.
Zac: Adorei a surpresa, mas e as crianças?
Vanessa deslizou uma das mãos pelo peito de Zac, mordeu o lábio inferior e o olhou nos olhos com tanto desejo que Zac se calou, a roubou os lábios em um beijo sufocante, onde nenhum dos dois tinha mais a menor condição de pensar. As mãos deles apertaram a cintura a erguendo e a sentando sobre a mesa, Vanessa automaticamente abriu as pernas, deixando Zac entre elas, as bocas não se desgrudavam, as mãos deles ganharam vida e passaram a percorrer o corpo dela como se fosse a primeira vez, como se não conhecesse cada detalhe daquele corpo que o enlouquecia.
Zac: Você veio aqui para me tirar da terra e depois vai embora me deixando louco, isso é cruel – sussurrou ele ainda tentando respirar.
Vanessa: Não, eu vim aqui.. - mordeu a orelha dele o causando um arrepio pelo corpo todo em resposta Zac apertou seus seios e Vanessa gemeu – eu vim porque ontem acabou nosso martilho e eu não iria aguentar até a noite, eu preciso sentir você em mim – Zac sorriu apertando os seios mais uma vez.
Vanessa apertou Zac contra si em um abraço, recomeçou um beijo onde as línguas se sugavam em desespero e urgência, as mãos dele deslizaram pelas coxas dela, chegando até a peça intima, Zac a deslizou com ajuda de Vanessa e logo a peça estava ao chão, ele a puxou pelas pernas, ela abriu as calças dele e logo a calça e a cueca já estava na altura do joelho, Zac a segurou pelo quadril e sem o menor dos pudores se encaixou nela, ambos gemerão. Zac se debruçou sobre ela que entrelaçou as pernas ao redor dele a fim de senti-lo ainda mais dentro dela, as respirações estavam cada minuto mais sufocadas, os gemidos cada vez mais alto, Vanessa se contorceu ao sentir o primeiro movimento dele, os outros vieram na sequencia a deixando totalmente entregue a ele, quando os movimentos se tornavam mais fortes e rápidos a porta se abriu e uns gritinhos de susto os assustaram. Zac puxou Vanessa para si em uma atitude involuntária, paralisando os movimentos mantendo-se ainda dentro dela, ambos com os olhos arregalados se voltaram para a porta.
Eduarda: Ai Deus, Zac?? – Tampou os olhos com as mãos e voltou esbarrando em Chris que também virou-se de costas.
Chris: Ai meu Deus, voltaremos depois, mas tranquem a porta se resolver continuar... a quer dizer continuem, mas... mas tranquem a porta – Os dois deixaram a sala e dispararam a rir na ante sala.
Vanessa estava totalmente vermelha sangue, o rosto pressionado contra o ombro de Zac que também tinha sua cor de pele totalmente alterada, mas assim que foram deixados a sós novamente tratou de se movimentar fazendo Vanessa gemer ao sentir onde haviam parado. Vanessa assim como Zac pensou em parar, mas o prazer e o desespero que sentiam ter um ao outro não permitiu, o sexo que antes estava calmo agora tomava um desespero, os fazendo morder os lábios para segurar os gemidos, Vanessa apertava os ombros de Zac de forma violenta cravando as unhas, chegando a machucar Zac, ele movimentava os quadris para trás e para frente em uma velocidade que sacudia o corpo dela, fazendo um barulho quando os corpos se encontravam, até que Vanessa mordeu o peito dele para não soltar o mais dos sonoros gritos quando chegou ao grau máximo de prazer, sentiu seu corpo estremecer e desmoronar nos braços dele que a deitou no mesa e continuou as investidas cada vez mais forte e cada vez mais rápido, chupou com violência o pescoço dela para inibir seu grito de prazer ao chegar ao orgasmo. Deixou-se cair sobre ela, quase desmaiado. Os dois respiravam com muita dificuldade, de olhos fechados e coração a mil se mantiveram ali por um tempo, até que Vanessa sentiu ele deixar seu corpo, sentiu um vazio entre as pernas, uma súbita vontade de recomeçar, ainda não estava saciada, mas permitiu que ele se afastasse.
Zac: Que loucura... mas você está... está ainda mais gostosa, meu Deus você ainda acaba comigo – falou ele arrumando as roupas enquanto a observava ainda deitada na mesa.
Vanessa sentou-se, os cabelos desarrumados, a blusa quase pela cintura, seios expostos, a saia pela cintura de encontro com a blusa. Zac a olhou e sorriu. Vanessa desceu da mesa se arrumando, rapidamente pegou a peça intima no chão da sala e vestiu. Zac não resistiu, aproximou-se dela e lhe roubou os lábios em um beijo carinhoso, passou aos pelos cabelos dela, os colocando no lugar.
Zac: Linda mesmo quando desarrumada, queria ter mais tempo para recomeçar isso – a puxou contra seu peito – mas a noite a senhorita não me escapa – sussurrou ele a fazendo sorrir.
Quando ambos estavam já vestidos e apresentáveis Vanessa parou olhando fixamente para Zac, estreitou os olhos.
Zac: O que foi? – perguntou ele sorrindo a vendo encará-lo.
Vanessa: Zac Efron ... – ela olhou nos olhos dele o fazendo pressentir que algo estava errado – O que aquela mulher está fazendo aqui? – Apontou a porta.
Zac abriu um sorriso forçado. Sabia que ela falava de Eduarda e sabia que ali iniciaria uma briga daquelas. Vanessa se dera conta de quem os flagrava naquelas condições e ainda mais por isso Zac sabia que sua situação estava feia.
Zac: Amor...
Vanessa: Amor o caramba... Zac você não respondeu minha pergunta, o que ela está fazendo aqui?
Zac: Calma – aproximou-se devagar – calma, vem aqui – a puxou pelas mãos a fazendo sentar ao seu lado no sofá – eu posso explicar. – Vanessa cruzou os braços e soltou o olhar fuzilante que Zac já conhecia e sabia que ela não escutaria uma só palavra. – Eu precisava de uma pessoa para tentar pegar os funcionários na história ...
Vanessa: Porque não pediu minha opinião antes de coloca-la aqui Zac? – não adianta se defender é melhor deixa-la colocar tudo para fora, pensou Zac ao vê-la se levantar - Ainda mais porque eu não estou aqui e você sabe que eu não gosto dessa sua amizade – enfatizou amizade – com ela. Essa mulher vive se jogando para cima de você quando eu estou por perto eu imagino esses dias  - ela andava de um lado ao outro com as mãos a cintura – A quanto tempo ela está aqui? – Parou olhando para ele, os olhos cheios de lágrimas o que fez Zac se sentir muito mal.
Zac: Nessa... não faz assim, eu não disse nada porque sabia que iria reagir assim, mas não tem nada entre eu e a Duda...
Vanessa: Duda? – secou uma lagrima que escorreu – Duda? Você ainda é carinhoso com ela na minha frente? – pegou a bolsa e seguiu até onde estavam os sapatos, as lágrimas agora caiam livremente, ela já não tentava conter.
Zac levantou-se e foi atrás dela à impedindo de sair.
Zac: Não, você não vai sair daqui desse jeito, pensando esse monte de besteiras, vem aqui – a puxou a fazendo voltar para o sofá, Vanessa se encolheu no sofá, juntou as pernas as abraçando e escondendo o rosto entre os joelhos. – Amor – passou a mão carinhosamente na cabeça dela – Eu juro que nunca a trocaria por ela, em por um segundo, eu amo você Baby V, olha para mim – ela não se moveu, ele apenas via o corpo se mexer por causa do choro – Nessa olha para mim meu amor.
Vanessa: Não quero – fungou – Eu quero ir para casa, quero minha cama, não deveria ter vindo.
Zac: Claro que deveria – sorriu – Nos acabamos de fazer amor, eu estava morrendo de saudades de você, Nessa, me perdoa por esconder, mas se eu falasse você não iria aceitar apenas por ciúme – ela levantou a cabeça e o olhou, o rosto coberto por lagrimas – Você esta sensível por causa dos hormônios, mas quando essa tensão toda passar vai perceber que está exagerando.
Vanessa: Você escondeu ela de mim, como vou saber se o resto é verdade? Como posso ter certeza que não me traiu? Você estava sem... – voltou a baixar a cabeça.
Zac (sorriu): Você acha que eu iria trair você só porque estava sem sexo?
Vanessa: Eu sei o quanto é difícil para os homens, se para mim estava sendo – resmungou com o rosto entre os joelhos.
Zac: Amor... estava difícil sim, não vou mentir, eu já estava tendo sonhos eróticos, mas com você, não dá para colocar outra mulher no seu lugar e já era.  – Ela levantou o rosto procurando os olhos dele. Zac sorriu – Nessa eu senti a sua falta, não a falta de sexo. Eu senti a falta de fazer amor com a minha mulher.
Vanessa: Jura?
Zac (sorriu, suspirou e passou os braços ao redor do corpo dela): Eu amo somente uma mulher, Vanessa, essa mulher é você, não vou sair transando com outras por sentir sua falta, isso não faria sentido, não me faria sentir você, eu queria você, não deu para sentir a minutos atrás? – ela fez bico. Zac a beijou nos lábios a fazendo se desarmar. Ele sorriu.
Vanessa: Mas você mentiu
Zac: Ok, mas foi por uma boa causa. – Ela o empurrou – Nessa? – a puxou, ela se debatia, ele sorrindo a abraçou e a forçou em um novo beijo.

Antes de tudo, pra que vocês tenham mais tempo
pra votar eu já abri a votação pra próxima fic... 
Entramos na contagem regressiva!!! Está acabandooo....
Esse Zac sempre surpreendendo os amigos kkkk
Que bom que a Lynda não tem mais ciumes dos irmãos neh!?
kkkk Morrendoooo!! Esses dois são beeem safadinhos neh!?
E o flagra!? Oh deus!! Imagino a Vanessa mais vermelha
que um pimentão!! kkkkkk
Vixee a Vanessa descobriu da pior maneira que Eduarda
está na empresa Hudgens!! 
Espero que se acertem!! Que ela entenda o motivo... #DedosCruzados
Comentem ai!!!
Beijos, beijoooos meninas!!
Obrigada pelos comentários... Amo lê-los!!!

64° Capítulo

Chris: Acho que deveríamos ir até lá e ver se essa carga realmente está com todos aqueles paletes.
Zac: Calma, essa carga deve estar sendo carregada para sair amanhã cedo, poderíamos voltar aqui a noite e ver o que faremos. Acho que Eduarda tem razão preciso conversar com a Nessa.
Eduarda (sorriu): Ficou com medo do que pode acontecer com os países baixos? – os três riram.
Zac: Na verdade quero a opinião dela. Preciso saber até onde posso chegar, afinal a empresa é dela, se fosse minha eu levaria a situação até as ultimas consequências, mas Nessa tem uma forma diferente de pensar, ela se preocupa com o emprego dessas pessoas.
Zac, Chris e Eduarda deixaram a Hudgens como se nada estivesse acontecendo, após duas horas voltaram a empresa, desligaram as câmeras por uma hora e foram até onde o caminhão estava, ao passar pela linha de produção verificaram que haviam poucos paletes espalhados. Assim que chegaram ao caminhão a confirmação, muitos paletes a mais que o pedido e nota fiscal já emitida para a Paris. Todos os paletes que estavam antes espalhados pela produção estavam ali, acima daquele caminhão.
Quando Zac chegou em casa Vanessa jantava junto a filha, as duas o receberam com um sorriso largo que Zac não resistia, a cada dia ele desejava mais Vanessa, mas o controle era necessário, ela ainda estava em quarentena. Os beijos entre os dois estavam cada vez mais quente, Zac controlava as mãos, sabia que se perdesse o controle delas, perderia o controle do resto do corpo. Quando os dois estavam sozinhos deitados no sofá da forma que Zac mais gostava resolveu entrar no assunto e coloca-la a par dos acontecimentos da Hudgens. Ainda escondendo o fator Eduarda ele contou por cima o que havia descoberto e pediu sua opinião do que deveria ser feito.
Vanessa: Amor, tive uma ideia. – sentou-se ao lado dele com um sorriso largo, Zac sentou-se e apenas sorriu – Amanhã você vai chegar bem mais cedo, vai tirar o caminhão de lá, leva ele para... não sei para onde, mas tire ele de lá, veja a reação dos funcionários, amanhã a noite volte o caminhão de volta.
Zac (sorrindo): Você que brincar com eles?
Vanessa (sorrindo): Parece divertido. Acho que pelo nervosismo você conseguirá descobrir quem estará por dentro da situação. Nenhum deles vai fazer muita coisa, seria o mesmo de estar se denunciando não acha?
Zac: É uma ótima ideia, mas onde vou colocar um caminhão daquele porte?
Vanessa: Isso eu não sei amor, agora é sua vez de pensar – deitou a cabeça sobre o ombro dele – Estou com saudades de você – fez bico.
Zac: Ai Deus... nem fala isso, só de falar já me deixa doido. Estou tentando manter o controle, então por favor não toque no assunto – pediu ele levantando e se afastando dela tentando se manter calmo, mas foi necessário um banho para acalmar o corpo que já dava sinal do desejo incontrolável. Vanessa apenas sorria da situação dele.
Ainda era madrugada quando Zac saiu de casa e foi para a fabrica, novamente desligou as câmeras por uma hora, tirou o caminhão da doca e o deixou em um posto de gasolina um pouco distante, pagou uma quantia ao frentista, pediu que ele tomasse conta da carga e que voltaria na manhã seguinte para buscar e daria mais dinheiro pelo favor. O rapaz ficou um pouco inseguro mais aceitou.
Quando Zac chegou a fabrica uma hora depois sentiu a tensão entre os funcionários. Assim que chegou em sua sala encontrou Chris e Eduarda com cara de preocupados.
Chris: Zac o caminhão não está mais lá, não sei se peço as filmagens, o que você acha?
Eduarda: É estranho, você disse que apenas vocês e o segurança tem as chaves, ou seja o segurança também esta envolvida.
Zac (sorriu): Fui eu, Vanessa quem deu a ideia, tirei o caminhão daqui, vamos observar os funcionários, teremos noção de quem está envolvido pela preocupação e ganharemos tempo para saber o que fazer. – Eduarda e Chris se olharam e olharam para Zac, Chris teve uma súbita vontade de bater em Zac tamanho o nervoso que sentia.
Chris: Cara, poderia ter avisado né, estava ficando doido – Zac riu largamente do nervoso do amigo.
Zac: Se você esta assim, imagine os outros que devem estar envolvidos até o pescoço?
Eduarda: Foi uma ótima ideia, devo admitir. Mas e ai qual foi a reação dela ao saber que estou aqui?
Zac: Ela não sabe, ainda não – Eduarda sorriu – Essa parte tive que omitir.
Eduarda: Isso só vai deixa-la ainda mais brava, sabe disso né?
Zac: Acha?
Eduarda: Tenho certeza. Mas a mulher é sua, sabe bem qual será seu castigo.
Zac: Não sendo separação ou greve de sexo, por que já estou ficando doido, estou contando os dias. – Chris e Eduarda caíram na gargalhada.
Eduarda: Se quiser posso dar um jeito nisso – disse passando a mão na gravata de Zac.
Zac: Não, obrigado Duda, mas a única pessoa que pode acabar com essa minha agonia chama-se Vanessa.
Eduarda: Nossa quanta devoção, gravou isso Chris, seria necessário para mostrar a ela depois.
Chris: Vocês dois tem que parar com essas brincadeiras, eu nunca sei quando estão falando a verdade, minha situação acaba sendo tensa. – Eduarda e Zac riram. Zac deu um tapa na cabeça de Chris.
Zac: Só você e Vanessa para imaginar eu e essa louca juntos. – sorriu
Eduarda: Ei assim também não né, quem escuta acha que eu sou uma freira ou um homem. – disse ela indignada.
Chris: Eu vou dar uma volta pela fabrica antes que vocês dois me enlouqueçam.
A produção da fabrica era uma mistura de curiosidade e desespero. Mario andava de um lado ao outro tentando entender o que havia acontecido com o caminhão, chamou Gustavo de canto.
Mario: Cara o que vamos fazer? Já falou com o senhor Adam? – sussurrou ele ao amigo também nervoso.
Gustavo: Não, isso vai acabar mal para nos dois, acha que alguém vai acreditar que o antigo diretor quem pediu para fazer o que fizemos? Não consigo entender porque agora isso é errado se antes fazíamos isso sem precisar temer a nada.
Mario: Simples, porque antes ele era o diretor. – respirou fundo e olhou para a câmera – Claro cara, precisamos falar com o Antenor, as câmeras ... – Os dois olharam mais uma vez para a câmera. – Poderemos ter certeza se não foi o próprio Adam que tirou o caminhão.
Gustavo: Fica por aqui, se ver algo estranho me passa um rádio, vou até a segurança, preciso ver se o Antenor sabe de alguma coisa.
Quando Mario viu Chris passeando pela produção sentiu a garganta seca, algo estava errado, mas como saber de que lado iria surgir a bomba. Não sabia se deveria falar algo sobre o caminhão desaparecido e para quem. Passou a observar Chris enquanto o amigo não voltava.
Gustavo chegou rapidamente na sala de segurança da Hudgens, olhou para os lados antes de entrar sem bater na porta da pequena sala. Antenor estava com mais outros dois funcionários, assim que ele viu a cara preocupada do amigo, deixou a sala com Gustavo, os dois passaram a conversar do lado de fora da pequena sala de forma disfarçada. Assim que Antenor tomou conhecimento do ocorrido ligou para o ramal de Laura a colocando a par de todo os ocorrido, Antenor se livrou dos funcionários e logo Laura e Adam estavam com Antenor e Gustavo. Vasculharam as cenas a procura de quem havia saído com o caminhão, mas nada. Em uma cena aparecia o caminhão na sequencia o caminhão já não estava mais lá.
Laura respirava com dificuldade sabia que algo estava prestes a explodir, por um minuto pensou que Vanessa poderia saber de tudo, mas logo afastou a ideia da cabeça, se ela tivesse esse conhecimento já teria falado, já teria colocado os responsáveis para fora da empresa. O negocio era manter todos de boca fechada e dar um jeito de entregar a mercadoria afinal já havia recebido da Paris. Adam a olhava de forma dura, em seus olhos o “eu te disse” estava mais que claro. Laura deixou a pequena sala seguiu para uma das salas de reuniões apanhou o celular e ligou para Lindsay.
Laura: Mãe
Lindsay: Oi Laura, o que foi? Você me ligando a essa hora, o que seu pai fez dessa vez?
Laura: Mãe a ultima carga da Paris desapareceu, não sabemos o que fazer.
Lindsay (sentou-se no sofá da luxuosa sala de sua nova casa): Como assim desapareceu?
Laura: É desapareceu, ontem a tarde os funcionários carregaram assim como conversamos, deixamos tudo certo para a carga deixar a fabrica hoje pela manha sem deixar suspeitas, hoje quando chegamos a carga tinha simplesmente desaparecido, as câmeras foram cortadas e não temos ideia de quem foi.
Lindsay: Se as câmeras foram cortadas só pode ser quem tem acesso as câmeras, Antenor é obvio.
Laura: Papai também acha isso, mais se estivermos errados e acusarmos Antenor ele poderá nos denunciar.
Lindsay permaneceu em silencio por alguns minutos, apenas escutava a respiração da filha do outro lado da linha.
Laura: Ainda esta ai?
Lindsay: Sim, estou tentando pensar, se ao menos aquela idiota fosse ao banco pegar os documentos as coisas poderiam mudar. – respirou fundo – Laura o melhor a fazer é sair dai, deixe seu pai e a vagabunda dele se arriscarem, deixe esse lugar antes que você vá parar na cadeia, acompanharemos tudo isso a distancia.
Laura: Acha mesmo que isso pode acabar assim?
Lindsay: No caso de duvidas... saia com a desculpa de que ira dar uma volta pela redondeza, aproveite para fazer isso, um caminhão não desaparece assim, ele deve estar escondido por perto. Antenor deve estar esperando as coisas se acalmarem para vender a carga.
Laura: E se for o próprio Rodes?
Lindsay: Pode ser, se Antenor negociou diretamente com ele saberemos, vou ligar para Scott e ele me dirá.
Laura desligou o telefone, passou no departamento de vendas apanhou a bolsa e saiu da Hudgens sem dizer nada a ninguém.
Chris continuava sua visita a produção, quando aproximou-se de Mario o homem suava, parecia que iria ter um treco.
Chris: Algo errado homem? Você parece nervoso – perguntou Chris com ar calmo.
Mario: Não estou me sentindo muito bem hoje, acho que comi algo que não caiu muito bem.
Chris: Ah... tome um remédio homem. Bom, espero que melhore, eu vou indo se precisar de algo – virou-se e saiu deixando Mario ainda mais nervoso.
O dia passou divertido para Zac, Chris e Eduarda, tenso para Adam e seus comparsas. Laura deu varias voltas a procura da carga mais sem solução.

Antes de tudo, pra que vocês tenham mais tempo
pra votar eu já abri a votação pra próxima fic... 

Não ia postar o segundo capítulo de hoje por que o
combinado era 2 comentários no minimo... Maaaaaas
vou postar esse capítulo por você... Então
este capítulo vai dedicado a Liriane!!! 😘😘

Entramos na contagem regressiva!! Está acabandooo....
A Vanessa é mesmo muito inteligente neh!?
BINGO!!! Laura e Lindsay claro que estão por
trás disso tudo neh!? Ficaram nervosos demais!! Safadas!! 
Comentem ai!!!
Beijos, beijoooos meninas!!
Obrigada pelos comentários... Amo lê-los!!!